Resumo de domingo, 03 de julho de 2022 

Resumo das notícias de domingo dos maiores jornais nacionais.

Resumo de domingo, 03 de julho de 2022 

Resumo de domingo, 03 de julho de 2022

 

Edição de Chico Bruno  

Manchetes  

Valor Econômico – Não circula hoje

O GLOBO – Em dificuldades, campanha de Bolsonaro se reforça

O ESTADO DE S.PAULO – Empresas formam profissionais em escolas e faculdades próprias

FOLHA DE S.PAULO – Exército admite falhas em rastreio de armas no país

CORREIO BRAZILIENSE – Cinco juízas impõem a lei no combate às drogas no DF

Destaques de primeiras páginas, fatos e bastidores mais importantes do dia
 
O faz tudo - A campanha pela reeleição do presidente deixará de concentrar poder nas mãos do senador Flávio Bolsonaro. Serão integrados novos nomes, como o general Walter Braga Neto, para descentralizar tomadas de decisão e auxiliar na formatação de um programa de governo. 

Futuro da educação - Companhias de diferentes ramos como BTG, Weg, Hospital Albert Einstein e XP têm algo em comum: estão formando profissionais para suprir a escassez de mão de obra qualificada no mercado, informa Juliana Pio. Seguindo tendência dos EUA e de países europeus, empresas apostam na criação de faculdades ou escolas técnicas certificadas pelo MEC, as “employers universities”. O ensino entra para o leque de benefícios das companhias e figura entre os compromissos ESG. Os alunos colocam em prática o que aprendem em sala de aula e têm acesso mais fácil ao mercado de trabalho. “O futuro da educação envolve o aprendizado integrado ao trabalho”, diz Brandon Busteed, especialista em educação.

Desinformados - O Exército admitiu ser incapaz de produzir relatórios detalhados sobre os tipos de armas atualmente nas mãos dos CACs (caçadores, atiradores e colecionadores), grupo beneficiado por normas editadas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) que facilitaram o armamento da população. O apagão decorre pela falta de padronização de campos do Sigma (Sistema de Gerenciamento Militar de Armas), responsável pelo cadastro dos CACs. Além de dados desestruturados, o Exército reconheceu via LAI (Lei de Acesso à Informação) que erros no preenchimento do Sigma levaram à inclusão nas planilhas de armas que não são permitidas para os CACs, como morteiros e canhões. Atualmente, cerca de 1,5 milhão de armas estão registradas no Sigma. Os CACs respondem por mais da metade desse acervo (pouco mais de 884 mil), sendo que o restante é formado pelo armamento particular de militares, incluindo policiais e bombeiros. Em resposta a um pedido via LAI feito pelo instituto Sou da Paz, o Exército afirmou não ser possível detalhar esse acervo por falta de padronização no registro. Dessa forma, a Força não sabe dizer com precisão quais são os diferentes tipos de armas e calibres que compõem o acervo. Para especialistas, a resistência em modernizar os sistemas para registro e fiscalização dos produtos controlados traz prejuízos para as atividades de fiscalização e promoção da segurança pública. Além disso, mostra que o Exército desrespeitou a decisão do TCU (Tribunal de Contas da União), que ordenou a modernização dos bancos de dados em 2017. Questionado pela Folha, o Exército disse que só responderia via LAI. 

Mulheres no combate - Mulheres corajosas e qualificadas cumprem a perigosa e desafiadora missão de julgar as ações contra o tráfico de drogas no Distrito Federal. São elas: as juízas Ana Letícia Santini, Joelci Diniz, Léa Ciarlini, Mônica Ianinni e Rejane Suxberger. Em entrevista ao Correio, elas explicam por que o combate ao tráfico de entorpecentes é estratégico no Distrito Federal, ponto importante de distribuição de drogas pelas quadrilhas organizadas. As magistradas relatam o aumento de apreensões, mas também do consumo. Lembram que o DF figura na quarta colocação no ranking do tráfico de drogas do país, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Pará. Consideram que a legalização de entorpecentes deve ser fruto de um longo debate. E alertam os pais: “A droga não está longe de casa, ao contrário, está com o melhor amigo, nas festas, próxima à porta da escola”.

Em Salvador, presidente e Lula se alfinetam; Ciro e Simone têm encontro - Além da multidão que tradicionalmente já toma as ruas de Salvador a cada 2 de julho, data em que é comemorada a Independência da Bahia, o feriado de ontem teve um componente especial: os quatro principais pré-candidatos a presidente estiveram na capital baiana, numa demonstração de que, mesmo ainda não autorizada oficialmente, a campanha eleitoral já começou. A exatos três meses do primeiro turno, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) participaram da principal cerimônia do dia, um cortejo que saiu do Largo da Lapinha e foi em direção ao centro histórico. Jair Bolsonaro, por sua vez, optou por um evento "paralelo” a alguns quilômetros dali: uma motociata que percorreu trecho da orla da cidade. Depois do desfile, Lula também foi a um ato em clima de comício em outro ponto da capital, na Arena Fonte Nova. Apesar da proximidade, a Polícia Militar não registrou ocorrências relevantes envolvendo apoiadores dos políticos. O que não faltou, contudo, foram provocações de lado a lado. 

Lula no 2 de Julho - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado que as Forças Armadas precisam estar "comprometidas com a democracia" e que não se deve tolerar "qualquer espécie de ameaça". A declaração é uma resposta a questionamentos sobre as urnas eletrônicas apresentados pelos militares, que têm sido utilizados pelo presidente Jair Bolsonaro para levantar suspeitas, sem provas, sobre o sistema eleitoral brasileiro. Uma foto publicada nas redes sociais do ex-presidente e pré-candidato ao Palácio do Planalto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com sobreposição de imagens e pessoas duplicadas, durante ato na manhã deste sábado (2), em Salvador (BA), foi alvo de deboche e críticas de bolsonaristas, que acusaram a campanha do petista de manipular a fotografia, numa suposta tentativa de fazer o público presente na caminhada realizada na capital baiana parecer ser maior. A assessoria de Lula, no entanto, afirmou que a foto panorâmica, tirada pelo fotógrafo Ricardo Stuckert, sofreu na verdade uma falha, não percebida num primeiro momento. 

Exdemplo de civilidade - Os pré-candidatos à Presidência Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) se encontraram nesta manhã durante uma agenda pública em Salvador. Os dois postulantes ao Planalto participaram neste sábado do tradicional cortejo cívico do dia 2 de julho, feriado estadual conhecido como Independência da Bahia. O encontro foi registrado nas redes dos presidenciáveis. Embora os acenos entre eles seja frequente, uma aliança entre Ciro e Tebet é vista como improvável. As divergências na agenda econômica entre os dois pré-candidatos descartam uma eventual coalização entre o pedetista e a medebista. “Eu e Simone Tebet nos encontramos há pouco, nas ruas, envolvidos pelo calor do povo baiano. Democracia é isso: convivência harmônica e respeitosa”, escreveu Ciro no Twitter. Assim como o pedetista, Tebet também ressaltou a democracia ao registrar o encontro em suas redes. “Bahia é terra de todos. Democracia e civilidade. Adversário não é inimigo. O Brasil precisa de tolerância e respeito”, escreveu, compartilhando uma foto ao lado de Ciro. Durante o evento, o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo baiano ACM Neto (União Brasil) se encontrou com Tebet e Ciro. Visto como peça central na política do estado, Neto tem se mantido equidistante dos principais pré-candidatos a presidente. 

Distante do 2 de Julho - Em meio à festa da Independência da Bahia, celebrada neste sábado, o presidente Jair Bolsonaro fez um evento paralelo às comemorações oficiais, optando por um passeio de motocicleta com apoiadores. Dos quatro pré-candidatos que estão na capital baiana — Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) —, ele foi o único a não participar do tradicional cortejo por ruas da cidade, realizado sempre nesta data. Em discurso antes do início de sua motociata, Bolsonaro criticou os governadores do Nordeste por recorrerem ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei que limitou a cobrança de ICMS sobre combustíveis. — Lamento que os nove governadores do Nordeste tenham entrado na Justiça contra a redução de impostos da gasolina. Isso é inadmissível — afirmou Bolsonaro, do alto de um trio elétrico, em referência à lei que limita a cobrança de ICMS por estados e o Distrito Federal.

Armamentistas - Principal lobby defensor das armas no país, o Movimento Proarmas está incentivando militantes da causa a patrocinarem a ida de pessoas a Brasília para participar de um ato no próximo dia 9 de julho. O 3º Encontro Nacional pela Liberdade ocorrerá na Esplanada dos Ministérios, e a expectativa é que reúna milhares de defensores das armas, vindos de diversos estados. O Proarmas, um dos promotores do evento, criou a campanha "Apoie um manifestante", em que pessoas sem condições financeiras de se deslocarem a Brasília serão ajudadas por manifestantes que possam oferecer hospedagem, transporte ou qualquer outro tipo de ajuda. Pessoas que precisam de ajuda e as que querem auxiliar devem fazer um cadastro no site da entidade. A manifestação deve reunir diversas lideranças e parlamentares bolsonaristas. O slogan do evento é: "Não caminhamos por armas, caminhamos por liberdade".

Nas redes, oposição à emenda dos benefícios predomina - A PEC (proposta de emenda à Constituição) que institui um estado de emergência para permitir que o presidente Jair Bolsonaro (PL) fure o teto de gastos e abra os cofres públicos a pouco mais de três meses das eleições foi aprovada com larga vantagem pelo Senado, mas a repercussão nas redes foi no sentido oposto. Levantamento feito entre esta quinta-feira (30) e sexta-feira (1) pela consultoria de política e redes sociais Arquimedes, em 261 mil publicações no Twitter, constatou que prevaleceram publicações de perfis que se manifestaram contra a medida (69,8%). Além de apontarem para o risco fiscal ao aumento dos auxílios, esses perfis também destacaram declarações de Bolsonaro contra o Bolsa-Família e o auxílio de R$ 600 durante a pandemia. Para esses perfis, a iniciativa configura o desespero do atual presidente e seu entorno com os resultados das pesquisas eleitorais. Já a base bolsonarista presente no debate digital foi responsável por 30,2% dos perfis sobre o tema. Estas publicações comemoraram o resultado favorável da votação no Senado, ressaltando o que seria a força do governo e da sua governabilidade. 

Protagonismo de Serra - O protagonismo do senador José Serra (PSDB-SP), que deu o único voto contra a PEC, também foi destacado nas redes. Em seu perfil no Twitter, no dia 29, véspera da votação, ele antecipou sua posição contrária e teve seu segundo post com mais interações na história de seu perfil nesta plataforma, ultrapassando as 19 mil curtidas. Com o resultado e a aprovação da PEC, o senador reforçou seu posicionamento e novamente teve grande engajamento, registrando seu recorde de curtidas em uma mesma publicação (24,9 mil). Também foi recorde de menções ao seu nome no Twitter neste ano, somando 28 mil citações a ele nestes dias.

Empresas bilionárias nascem e crescem longe das capitais - A gigante Lupo foi inaugurada há 101 anos, em Araraquara (SP), pelo empresário Henrique Lupo – e segue na mão da família, comandada por Liliana Aufiero, neta do fundador. Hoje, mesmo com faturamento de R$ 1,5 bilhão, a empresa não vê razão para trocar o interior pela capital. “Qual seria a vantagem de ir à capital? Hoje, temos mais de 6 mil funcionários em Araraquara e uma grande simbiose com a cidade. Estamos felizes por aqui”, afirma a empresária. A companhia do setor têxtil não está sozinha. A fabricante de porcelanatos e revestimentos cerâmicos catarinense Portobello, o grupo de atacarejo maranhense Mateus e a tele mineira Algar também mantêm sedes em municípios do interior. Todas sabem que há um enorme potencial de consumo fora das capitais. Desde 2011, o potencial de consumo no interior é maior do que o das capitais e das regiões metropolitanas. Levantamento da consultoria IPC Marketing, feito a pedido do Estadão, mostra que o interior concentra hoje um potencial de quase R$ 3,1 trilhões, ou 54,9% do total do País. Em 2000, a participação era de 46,9%. E o ritmo de crescimento do interior deve seguir mais acelerado, segundo Marcos Pazzini, fundador da IPC. “Nas últimas décadas, houve um trabalho intenso de prefeituras e governos para levar empresas e indústrias para o interior, o que ajudou no desenvolvimento das cidades.” O agronegócio também ajudou. A participação do setor no PIB chegou a 27,4% de toda a economia do País – os cálculos são da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (Esalq/USP), em parceria com a Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Com isso, o crescimento acumulado médio do PIB dos Estados do Centro-Oeste, entre 1986 e 2022, é estimado em 357%, ante 103,6% da média brasileira, aponta a MB Associados. 

Tarcísio diz a aliados que não quer explorar religião - Tarcísio de Freitas (Republicanos) pediu parcimônia à sua equipe ao abordar a religião em atos de pré-campanha. O ex-ministro não quer repetir episódios como aquele em que orou de joelhos ao lado do ex-senador Magno Malta e acusou a esquerda de “negar Cristo”, durante convenção de conservadores organizada por Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Embora esteja filiado a um partido ligado à Igreja Universal e tenha aliados de peso no segmento religioso, Tarcísio tem dito que não quer explorar ostensivamente a fé em sua campanha. Segundo relatos, ele evita falar ao microfone durante cultos e missas aos quais comparece, mas nos bastidores mantém interlocução com lideranças religiosas. O candidato se declara católico fervoroso.

Sousa ironiza cancelamento de almoço por Bolsonaro - O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, desembarcou ontem no Rio de Janeiro disposto a se encontrar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, motivo que levou o presidente Jair Bolsonaro (PL) a cancelar o almoço que ele teria, amanhã, com o líder português. Sem parecer incomodado, recorreu à ironia para analisar o desconvite. “O almoço é uma questão que não constava no primeiro programa da ida ao Brasil. É possível o almoço, tudo bem. (Se) Não é possível, ninguém morre”, ironizou o presidente pouco antes de embarcar para o Brasil. Sousa viajou ao Brasil para comemorar o centenário do primeiro voo pelo Atlântico feito por Sacadura Cabral e Gago Coutinho, realizado em 1922 para comemorar os 100 anos da independência do Brasil. Segundo o presidente, partiu de Bolsonaro o convite para que eles se encontrassem. Sousa já tinha agenda no Brasil e decidiu estender por mais um dia para o compromisso para almoçar com o brasileiro. A ida dele a Brasília, por sinal, exigiria uma logística interna. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) teria que deslocá-lo da capital do país para que ele pudesse embarcar em outra cidade, provavelmente Recife, de volta a Portugal. “Quem convida para almoçar é que decide se quer almoçar ou não”, afirmou Sousa. Ele disse entender o contexto político brasileiro, mas lembrou que, no ano passado, esteve no Brasil e conversou com ex-presidentes brasileiros e, ainda assim, Bolsonaro o chamou para um almoço. “Portanto, há um paralelo na situação”, frisou. Além de Lula, o líder português ainda conversará com os ex-presidentes Michel Temer e Fernando Henrique Cardoso.

Presidente garante que brasileiro é bem-vindo - Os brasileiros são bem-vindos em Portugal, inclusive dispondo de novas leis que facilitam a entrada e a procura por trabalho. Foi o que afirmou, ontem, presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, na cerimônia alusiva ao centenário da primeira travessia aérea do Atlântico Sul, pela expedição Lusitânia, em homenagem ao então Centenário da Independência do Brasil. “(Tem uma nova lei) que permitiu até mais uma geração adquirir a nacionalidade portuguesa. E o brasileiro tem, hoje, hipóteses mais amplas para poder ter a residência, para ter os seus documentos formais e poder circular na Europa”, disse Sousa, ao final da cerimônia, que contou também com a participação do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD). O presidente destacou, ainda, um novo tipo de visto, que permitirá aos brasileiros entrarem em Portugal para procurar emprego: “Vai entrar em vigor muito brevemente”, assegurou. 

PP acende o alerta - Deputados do PP comentam, em conversas reservadas, que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), avançou demais o sinal na defesa do presidente Jair Bolsonaro (PL), assumindo a responsabilidade de problemas que são do Poder Executivo. A avaliação é de que, por esse caminho, Lira terminará comprometendo sua permanência no cargo em 2023. Eles acreditam que é hora de impor limites nessa relação com o governo para não prejudicar o futuro. Afinal, só emendas ao Orçamento não garantem poder ao partido se Bolsonaro perder e Lula, ou outro candidato, for eleito. A ala partidária mais próxima a Lula, por exemplo, está incomodada com tanta deferência de Lira ao presidente. Considerava, no início do ano passado, quando o alagoano assumiu o comando da Câmara, que deixaria Bolsonaro a reboque. Mas ocorreu o inverso, na avaliação de alguns arlamentares: Lira é que ficou dependente do presidente. E assim, vai ficar difícil atravessar a ponte para Lula se as urnas confirmarem as pesquisas.

Freixo defende que Molon desista do Senado - Pré-candidato ao governo do Rio pelo PSB, o deputado federal Marcelo Freixo elevou o tom contra Alessandro Molon, seu colega de partido e de Câmara, e defendeu que ele cumpra um acordo feito na legenda para a formação de uma ampla aliança na disputa ao comando do estado e retire a pré-candidatura ao Senado. Segundo Freixo, a costura foi feita há um ano e proposta pelo próprio Molon. Pela tratativa, o hoje pré-candidato ao Senado abriria mão da disputa caso o postulante ao Palácio Guanabara viabilizasse seu nome e o apoio de outros partidos. O PT, que decidiu apoiar a candidatura de Freixo, junto com a federação Rede-PSOL, reivindica que o o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), André Ceciliano (PT), seja lançado ao Senado na chapa do PSB. Com base em pesquisas de intenção de voto em que aparece como o candidato da esquerda mais bem colocado para a disputa, Molon, no entanto, tenta convencer a legenda a ceder a vaga. A expectativa de Freixo é que a direção nacional do partido intervenha se Molon decidir não cumprir o trato. O GLOBO não conseguiu contato com o presidente nacional da legenda, Carlos Siqueira.