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João Vicente Goulart: intervenção tem viés político e não trará resultados satisfatórios

publicada em 20 de fevereiro de 2018
João Vicente Goulart: intervenção tem viés político e não trará resultados satisfatórios
Por Hora do Povo




"A criação desse novo Ministério da Segurança, me parece um indício de uma possível candidatura de Temer, mesmo aos frangalhos"

“A intervenção no Rio não somente é altamente preocupante no sentido de repercussão interna, para a população fluminense, como tem um viés eminentemente político”, afirmou, em entrevista ao HP, o ex-deputado João Vicente Goulart, filho do saudoso ex-presidente Jango e pré-candidato a presidente pelo Partido Pátria Livre (PPL). “Cansada, a sociedade do Rio de Janeiro pode, em princípio, estar tendo uma esperança na intervenção com o intuito de ter pacificado o seu dia a dia”, acrescentou.

“Mas, por outro”, prosseguiu João Goulart, “a população não vê a triste realidade de ter um governador militar imposto nos gabinetes presidenciais, como era feito na ditadura”.

Para o pré-candidato, é muito poder sem garantia de quem haverá um resultado satisfatório. “A subordinação das forças públicas do Estado do Rio de Janeiro, Polícia Civil, Polícia Militar, Bombeiros, Defesa Civil, sistema penitenciário e até talvez a força da Guarda Municipal. Tudo com poderes de revista, detenção, etc, com força maior que o secretário de Justiça de qualquer Estado para demitir, nomear, transferir delegados, comandante, e determinar áreas de choque, pode trazer ações militarizadas, sem o devido resultado que a população espera”, disse.

João Vicente vê, nesta intervenção, mais um passo de consolidação de um golpe. “Para trazer para dentro do Palácio do Planalto o controle dos cidadãos e da segurança, (podemos até imaginar espionagem legalizada)”, questionou. “A criação desse novo Ministério da Segurança, me parece, é um indício de uma possível candidatura de Temer, mesmo aos frangalhos no que tange à pesquisa de opinião publica, fazendo das eleições de 2018, uma fraude transvestida de legalidade. É o Brasil “democrático” de hoje que temos que combater”, completou João Vicente Goulart.
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